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EMOTIVPsicologia · Neurociência
Neuromodulação em Belo Horizonte

Neuromodulação não invasiva integrada ao cuidado clínico

Neuromodulação não invasiva reúne técnicas que buscam influenciar a atividade do sistema nervoso sem procedimentos cirúrgicos. Na EMOTIV, esses recursos são utilizados como parte de um plano clínico individualizado, sempre articulados à avaliação e, quando indicado, à psicoterapia.

Grupo 1 · Avaliação e planejamento

Antes de qualquer recurso, compreender o caso

Nenhuma modalidade é indicada sem avaliação. Esta etapa reúne o que orienta a decisão clínica: entrevista, história e, quando indicado, dados eletrofisiológicos.

Mapa cerebral (qEEG)

Registro e análise quantitativa da atividade elétrica cerebral, usada como informação complementar no planejamento. Não é exame diagnóstico isolado.
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Avaliação clínica

Entrevista, história de vida, queixa atual, contexto e objetivos. É o que dá sentido a qualquer dado técnico.

HRV quando aplicável

O registro da variabilidade da frequência cardíaca (HRV) fornece informações sobre a regulação autonômica e a interação dinâmica entre os ramos simpático e parassimpático.
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Esses dados podem ajudar a compreender padrões fisiológicos e a decidir se o treinamento respiratório com HRV Biofeedback pode ser útil. Uma medida isolada não define diagnóstico nem estabelece um predomínio definitivo.

Grupo 2 · Estimulação não invasiva

Recursos que aplicam estímulo externo de baixa intensidade

Diferentemente do biofeedback, aqui não se trata de treinamento: parâmetros são definidos previamente e a aplicação exige checagem de segurança.

tDCS / ETCC

Estimulação transcraniana por corrente contínua de baixa intensidade, considerada apenas mediante indicação individual.
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taVNS (nervo vago)

Estimulação transcutânea auricular do nervo vago, aplicada externamente na região da orelha.
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Grupo 3 · Biofeedback e autorregulação

Recursos de treinamento com feedback em tempo real

Aqui não há aplicação de estímulo externo: a pessoa treina, com repetição e orientação, a partir da leitura do próprio sinal fisiológico.

Neurofeedback (EEG Biofeedback)

Treinamento orientado por sinais elétricos cerebrais captados por EEG.
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HEG (hemoencefalografia)

Treinamento orientado por indicadores de atividade hemodinâmica cortical.
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HRV Biofeedback

Treino respiratório orientado por variabilidade da frequência cardíaca.
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Biofeedback fisiológico

Feedback de outros sinais corporais para apoiar o reconhecimento e o manejo de respostas fisiológicas. Aplicado conforme indicação, dentro do plano clínico.

Avaliar, treinar e estimular: três coisas diferentes

Avaliar é registrar e analisar informações, como no mapa cerebral e na avaliação neuropsicológica. Treinar é repetir, com feedback, uma atividade que favorece a autorregulação, como no neurofeedback, no HEG e no HRV biofeedback. Estimular é aplicar um estímulo elétrico de baixa intensidade, como na tDCS. Essas ações podem se combinar, mas não são intercambiáveis.

Por que o protocolo deve ser individualizado

Duas pessoas com a mesma queixa podem ter funcionamentos diferentes. Por isso, o protocolo é definido a partir da entrevista clínica, da história de vida, dos dados de avaliação disponíveis e dos objetivos combinados, sendo revisto ao longo do processo.

Como começa

Da avaliação inicial ao protocolo

  1. 1

    Conversa inicial

    Compreensão da demanda, da história clínica e das expectativas.

  2. 2

    Avaliação

    Definição do que é necessário: entrevista, instrumentos e, quando indicado, qEEG.

  3. 3

    Plano individualizado

    Escolha das técnicas, dos objetivos e da frequência das sessões.

  4. 4

    Reavaliação

    Acompanhamento dos indicadores clínicos e ajustes ao longo do processo.

Cuidados

Indicação, segurança e acompanhamento

  • Avaliação individual antes de qualquer indicação.
  • Verificação de contraindicações e de condições clínicas relevantes.
  • Acompanhamento das sessões e reavaliação periódica.
  • As respostas podem variar entre as pessoas.

Conversa inicial de orientação, sem custo

Um contato breve para compreender o que você procura, explicar as possibilidades de atendimento e verificar qual caminho pode fazer sentido. Não se trata de sessão de psicoterapia, avaliação psicológica, diagnóstico ou atendimento de emergência.

O agendamento depende de disponibilidade de agenda e não garante vaga, indicação ou resultado.

Perguntas frequentes

Quer saber se a neuromodulação é indicada para o seu caso?

A indicação depende de avaliação individual. Envie uma mensagem para agendar a conversa inicial.